Livro mais emprestado no mês de novembro*

Novamente, o livro mais retirado pelos alunos na biblioteca Monteiro Lobato foi “Capitão Cueca e o ataque das privadas falantes, v.2”.

Jorge e Aroldo são dois garotos muito responsáveis… quando alguma coisa ruim acontece, os responsáveis são sempre eles! E agora os dois estão outra vez em ação! Primeiro com suas travessuras, eles acabaram com a exposição de ciência da escola. Depois, sem querer, criaram um exército de diabólicas e odiosas privadas falantes, cujo único objetivo é dominar o mundo! Quem poderá deter esses carnívoros sanitários de porcelana reluzente?!!? Só mesmo uma pessoa que todos nós já conhecemos: o invencível e inigualável Capitão Cueca, em outra aventura hilariante.

* Foi desconsiderado o livro do mês!

20ª Festa do Livro da USP

Organizada anualmente pela Edusp, a FESTA DO LIVRO DA USP chega à sua vigésima edição em 2018, aproximando editoras e leitores e oferecendo livros de qualidade com preços especiais!

A 20ª Festa do Livro acontecerá nos dias 28, 29, 30 de novembro, das 9 às 21 horas, e 1º de dezembro, das 9 às 19 horas.

Local: Av. Prof. Mello Moraes, travessa C, na Cidade Universitária, em São Paulo.

Participe!

Saiba mais: https://paineira.usp.br/festadolivro/

Garfield na exposição Quadrinhos do MIS

 

O mestre Jim Davis, criador do Garfield, enviou vídeos e desenhos especialmente para a exposição Quadrinhos, que começa em 14 de novembro no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo.

Além dos vídeos em que Jim saúda o público brasileiro e conta detalhes de sua carreira e da criação de um dos quadrinhos mais lidos do mundo, o público verá algumas tiras originais do Garfield. Todo este material audiovisual poderá ser conferido numa área especial da exposição, dentro da seção Estados Unidos.

Adicionalmente, no dia 1 de Dezembro, haverá uma programação paralela à exibição somente dedicada ao gato que odeia segunda-feira e que está comemorando 40 anos de vida.

Confira, na foto acima, o momento em que Jim Davis gravava a mensagem aos visitantes da exposição e desenhava a tira especialmente enviada ao MIS (ambos, vídeo e tira, poderão ser conferidos na mostra em São Paulo).

Quadrinhos é a próxima megaexposição do MIS-SP

Entre os dias 14 de novembro de 2018 e 31 de março de 2019 o MIS – Museu da Imagem e do Som de São Paulo – exibe a megaexposição Quadrinhos. A mostra inédita apresenta a história das histórias em quadrinhos no Brasil e no mundo, em ambientes temáticos e imersivos, e ocupará os dois andares do museu.

A exposição abre no dia 14 de novembro, mas você já pode garantir o seu ingresso antecipado exclusivamente no site e no app da Ingresso Rápido: https://www.ingressorapido.com.br/event/9807.

Os valores são R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada). O ingresso antecipado dá acesso direto à exposição, sendo a visita marcada de hora em hora. A mostra também funcionará em todos os dias do feriados da Proclamação da República (15.11) e Consciência Negra (20.11), sendo uma grande oportunidade para os fãs deste universo verem de perto artes originais e itens raros dos diversos gêneros das HQs.

QUADRINHOS | Venda antecipada
Ingressos online para os dias 14, 15, 16, 17, 19, 21, 22, 23, 24, 28, 29 e 30 de novembro; 1, 5, 6, 7, 8, 12, 13, 14 e 15 de dezembro
Valor R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia- entrada – necessária apresentação do documento)

Ingressos com horário marcado de hora em hora. Última entrada com permanência até 22h

Crianças até 5 anos não pagam.

O ingresso é válido somente para o horário selecionado no ato da compra com tolerância de até 15 minutos de atraso. Excedido este horário, ele perderá a validade e o dinheiro não será devolvido.

Quadrinhos
Data 14 de novembro de 2018 a 31 de março de 2019
Horário terças a sábados, das 10h às 20h (com permanência até às 22h); domingos e feriados, das 9h às 18h (com permanência até às 20h);
Local Espaço Redondo, Espaço Expositivo 1º andar e Espaço Expositivo 2º andar

Classificação indicativa livre, exceto a sala Quadrinhos eróticos que não é recomendada para menores de 18 anos.
Com base na Portaria 1.189/2018, somente poderão entrar na sala Quadrinhos eróticos pessoas com idade igual ou superior a 18 anos, ou adolescentes com idade igual ou superior a 16 anos, desde que tenham autorização assinada pelos pais, tutores, curadores ou responsáveis ou pela presença do acompanhante legal. É necessário apresentar um documento com data de nascimento e foto na recepção do Museu.

Ingressos para terças e domingos somente na Recepção do MIS, para o dia da visita, não vendemos antecipados.

Museu da Imagem e do Som – MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo | (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br
Estacionamento conveniado: R$ 18,00

Uma curta biografia de Stan Lee, o primeiro vingador da Marvel

Em uma história com contornos heróicos, Lee começou uma carreira cedo, perdeu amizades, e se tornou o maior nome mundial dos quadrinhos

 

 

É complicado calcular o legado de alguém, mas Stan Lee tem alguns números a seu favor. Criou mais de 361 personagens (heróis, vilões e até jornalistas mal-humorados). No cinema e na TV, foi creditado como produtor-executivo 164 vezes e fez 121 atuações, seja como dublador, personagem de desenho animado ou nas 33 participações em filmes da Marvel, que nos últimos dez anos rendeu à Disney mais de US$ 17 bilhões. Nesta segunda, dia 12, Lee faleceu aos 95 anos. E nesse quase século de vida, ele mudou pra sempre a história do entretenimento.

Stanley Martin Lieber nasceu em Nova York no dia 28 de dezembro de 1922. Era de uma família pobre, filho de uma dona de casa e um alfaiate, ambos judeus romenos recém-chegados na Big Apple. E o que já não era fácil ficou ainda mais difícil com o tempo: aos 9 anos, o quadrinista ganhou um irmão mais novo e, com a chegada da crise de 29, o pai entrou na estatística dos americanos desempregados durante a Grande Depressão. “Ver o efeito desmoralizante que o desemprego dele teve em seu espírito, fazendo ele se sentir dispensável, me trouxe uma sensação que nunca consegui esquecer”, afirmou em sua autobiografia “Excelsior! (um lema que Lee colocava em tudo, quer dizer “incrível”, “majestoso”) “É um sentimento de que a coisa mais importante para um homem é ter trabalho pra fazer, estar ocupado, ser útil”.

 (Gage Skidmore/Getty Images)

Essa necessidade pelo trabalho (e pelo dinheiro, logo no começo da carreira) se refletiu ao longo da vida. Aos 16 anos, em 1939, conseguiu o primeiro emprego. Como o que sabia fazer era escrever, tentou lucrar com isso de todas as formas que encontrou: começou escrevendo obituários para jornais e folhetos publicitários para um hospital. O primeiro grande serviço, no entanto, foi fruto de sorte: uma prima havia acabado de se casar com Martin Goodman, dono da Timely: uma editora que estava surfando na recém onda dos quadrinhos que começava a ser formada. Stanley focou na grana, ainda que com um pouco de vergonha. Começou a escrever roteiros para a empresa, mas com um pseudônimo: Stan Lee. Não à toa, queria guardar seu verdadeiro nome para quando fosse escrever algo realmente bom.

Pegou o gosto. Começou a observar quadrinistas que estavam começando a fazer trabalhos interessantes: Carl Burgos havia criado uma história sobre um homem que pegava fogo, apelidado de Tocha Humana; Bill Everett escreveu sobre Namor, um príncipe submarino, e Joe Simon e Jack Kirby contaram a história de um soldado que lutava contra o nazismo: Capitão America. Só que a dupla se desentendeu com Goodman. O chefão acabou sem ninguém para cuidar do departamento de quadrinhos da Timely. “Ele virou pra mim e perguntou, ‘Você consegue fazer isso?’. Eu tinha 17 anos. O que você sabe quando tem 17 anos? Falei ‘Claro, eu consigo.”, afirmou em artigo do site Inc. “Martin deve ter esquecido de mim, porque ele simplesmente me deixou por lá. E eu amei isso. Era tão novo que chegava a ser constrangedor. De vez em quando alguém aparecia no escritório e perguntava ‘Garoto, onde eu encontro o editor?’”, conta.

A questão é que a Timely não era exatamente fãs de super-heróis. Goodman era fã de dinheiro mesmo. Então usava os quadrinhos para ganhar uma grana em cada tendência que aparecia. A concorrência começava a vender bem gibis sobre faroestes? Lee tinha que bolar um bang bang em suas páginas. Histórias de terror estavam lotando bancas? Então Stan tinha que assustar alguns leitores por aí. Lee não amava essas tramas – mas tinha o dinheiro, e não queria sair pra ficar desempregado (vale lembrar aqui o trauma que o pai sem trabalho lhe deixou), então segurou a bronca. Por 20 anos. E aí realmente cansou. “[Foi quando] eu disse para minha esposa ‘Eu não estou saindo do lugar, acho que vou me demitir’. Ela me deu o melhor conselho deste mundo, disse ‘Por que você não escreve uma história do jeito que você quer, ao invés do que Martin quer?[…] O pior que pode acontecer, é ele te demitir”.

 (Marvel/Disney/Reprodução)

Lee seguiu o conselho: tinha se apaixonado por uma tal de Liga da Justiça, que havia lido recentemente. Escreveu sua própria equipe: o Quarteto Fantástico. Só que com um pequeno novo detalhe, deixou um pouco de lado os personagens perfeitos e mitológicos, dando poderes à uma família disfuncional. Agora, os super-heróis não eram mais tão super assim. . As vendas foram ótimas e a partir daí, Stan começou a criar os personagens que lhe trouxeram fama. Hulk, X-Men, Homem-Aranha. Praticamente todos os personagens que hoje rendem bilhões nos cinemas, surgiram ali. O legado de Lee era pavimentado, edição a edição.

Deu tão certo que Martin resolveu mudar o nome da empresa que, agora, não copiava mais tendências: focava nos super-heróis. Perceberam que a primeira figura mitológica que apareceu nas páginas da empresa foi Tocha Humana, em uma HQ que chamava “The Marvelous Tales” (Algo que poderia ser traduzido como “contos que te deixam boquiaberto”. Era isso. A empresa, agora, se chamava Marvel.

Martin não tinha mais tanto interesse nos negócios. Resolveu vender a empresa – a promessa era que seu filho, Chip, assumiria a presidência na nova gestão. Não rolou. Os acionistas preferiram Lee, que passou de editor para chefão da principal editora de quadrinhos do momento. Era o trono que faltava para a realeza de Stan.

Guerra Civil

Mas de lá pra cá nem tudo foi felicidade. Os principais desenhistas da Marvel começaram a entrar em conflito com Lee. Jack Kirby, John Romita, Steve Ditko, que desenharam respectivamente Os Vingadores, Homem-Aranha e Doutor Estranho, todos tiveram problemas com Lee. Um de cada vez, afirmaram que Stan estava tomando créditos pelo trabalho deles. Reclamações que até hoje rendem ações judiciais milionárias. Em uma entrevista à BBC, em 2007, ele deixou bem claro sua opinião à respeito do assunto “Eu realmente acredito que o cara que sonhou com um coisa criou ela! Você idealiza isso e perde para alguém desenhá-la…”. Mas o design pode ser considerado crucial para os personagens. É difícil imaginar o Homem-Aranha sem sua roupa clássica, por exemplo. Quando o entrevistador questionou que, se outra pessoa tivesse desenhado os personagens, talvez elas não tivessem sido o sucesso que são. “Então eu teria criado algo que não fez sucesso”, responde.

Fonte: https://super.abril.com.br/cultura/uma-curta-biografia-de-stan-lee-o-primeiro-vingador-da-marvel/

Livro mais emprestado no mês de outubro*

Em outubro, o livro mais retirado pelos alunos na biblioteca Monteiro Lobato foi “Capitão Cueca e o ataque das privadas falantes, v.2”.

 

Jorge e Aroldo são dois garotos muito responsáveis… quando alguma coisa ruim acontece, os responsáveis são sempre eles! E agora os dois estão outra vez em ação! Primeiro com suas travessuras, eles acabaram com a exposição de ciência da escola. Depois, sem querer, criaram um exército de diabólicas e odiosas privadas falantes, cujo único objetivo é dominar o mundo! Quem poderá deter esses carnívoros sanitários de porcelana reluzente?!!? Só mesmo uma pessoa que todos nós já conhecemos: o invencível e inigualável Capitão Cueca, em outra aventura hilariante.

* Foi desconsiderado o livro do mês!